"O quadro em branco. O cântico de todos os cânticos. O silêncio. O espírito advém do silêncio. Da fala em silêncio. Da escrita que molha a nossa consciência em memória. A OBRA DO AUTOR É O ESPELHO DO SEU SILÊNCIO. A pintura afirma-se como uma outra realidade, regula-se pelas suas próprias leis, co-habita e reinterpreta a natureza. O natural auto cria-se a si mesmo, a pintura auto recria-se em si mesma. No princípio era o branco..." (Novembro de 1993) |  Pintura Branca I 1992-303 35 x 20 cm, tinta plástica e esmalte s/ tela (Casa dos Manta, Gouveia) |  Pintura Branca IV 1993-362 100 x 100 cm, tinta plástica e óleo s/ tela (Casa dos Manta, Gouveia) |